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Insurgência

Insurgência é uma organização marxista brasileira. Filiada à Quarta Internacional (antigo Secretariado Unificado), atuando com o status de simpatizante dessa organização, definiu recentemente se tornar sua seção.[68] A Insurgência é uma das representantes do mandelismo (um setor do trotskismo) no país.[69] O grupo atualmente se organiza como corrente interna do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)[70] e surgiu em outubro de 2013 a partir da fusão de outras correntes da sigla (CSOL, Enlace e CLV), anunciada no "Manifesto por uma nova corrente revolucionária". Seus membros mais notáveis são Renato Roseno e Fernando Silva "Tostão". A corrente publica a revista À Esquerda.[71] No movimento sindical organizam-se tanto na INTERSINDICAL como na CSP-Conlutas. Dentro do PSOL, a corrente compôs o chamado Bloco de Esquerda (união entre as correntes que discordam da atual direção do partido e que, após o seu IV Congresso (dezembro de 2013), já constitui metade da sigla).[72]

Em fevereiro de 2014 a Insurgência oficializou o lançamento da pré-candidatura do Renato Roseno à presidência da República,[73].

Durante a crise política que resultou no golpe jurídico parlamentar em 2016, a Insurgência passou por uma grande divisão[74]. Quatro organizações nasceram daí, todas defendendo os princípios de de Karl Marx, Leon Trotsky e Ernest Mandel. Os novos agrupamentos que se originaram da Insurgência são:[75]

·         Insurgência - Um setor manteve o nome original que é liderada Renato Roseno.

·         Comuna - Dentre suas figuras públicas, constam João Machado (SP), Ailton Lopes (CE), Camila Valadão (ES), Georgia Faust (SC), Alice Carvalho (RS), Paulo Sérgio (RS).[76]

·         Subverta - organização ecossocialista que defende a construção do Bem Viver e atua de forma horizontalizada, apesar da presença de diversas figuras públicas, entre elas Talíria Petrone, deputada federal (RJ), e o deputado estadual do PSOL (RJ), Flávio Serafini[77]